related_results_labels({"version":"1.0","encoding":"UTF-8","feed":{"xmlns":"http://www.w3.org/2005/Atom","xmlns$openSearch":"http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/","xmlns$georss":"http://www.georss.org/georss","id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412"},"updated":{"$t":"2010-01-03T22:28:29.625-03:00"},"title":{"type":"text","$t":"Cultura Nordestina"},"subtitle":{"type":"html","$t":"Blog que divulga os mais diversos aspectos de nossa cultura popular nordestina e brasileira."},"link":[{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#feed","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/posts/default"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/-/Colunistas?alt\u003djson-in-script\u0026max-results\u003d5"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/search/label/Colunistas"},{"rel":"hub","href":"http://pubsubhubbub.appspot.com/"},{"rel":"next","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/-/Colunistas/-/Colunistas?alt\u003djson-in-script\u0026start-index\u003d6\u0026max-results\u003d5"}],"author":[{"name":{"$t":"Marcos França"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/01826297843419362516"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"}}],"generator":{"version":"7.00","uri":"http://www.blogger.com","$t":"Blogger"},"openSearch$totalResults":{"$t":"28"},"openSearch$startIndex":{"$t":"1"},"openSearch$itemsPerPage":{"$t":"5"},"entry":[{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412.post-396766846770044483"},"published":{"$t":"2009-12-01T11:43:00.003-03:00"},"updated":{"$t":"2009-12-01T11:52:52.745-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Contos"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Colunistas"}],"title":{"type":"text","$t":"O Mar... O Mar... O Mar"},"content":{"type":"html","$t":"\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://1.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SxUs_kq7KPI/AAAAAAAAOA8/c35HAPHbGOA/s1600/tambau.jpg\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;\" src\u003d\"http://1.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SxUs_kq7KPI/AAAAAAAAOA8/c35HAPHbGOA/s400/tambau.jpg\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5410279998042614002\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003eAs lembranças que tenho do mar são todas gratificantes. Vivendo em Capital litorânea, via as águas do mar por todo lado, com seus grandes lençóis de areia branca. Ele estava nas conversas, nos sonhos, no cotidiano durante o dia e na escuridão da noite, barulhando, a maré enchendo e secando, o mar com seus sargaços amargos, seus barcos ondulando, e sua grandiosidade que esmaga.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eO mar... O mar... O mar - grandioso mar - das vilas dos pescadores, do peixe fresco exposto nas calçadas, dividia uma linha de horizonte que se estendia pra lá de toda e qualquer imaginação. Quando criança, a visão do mar dava-me a condição de impotência diante de Deus, sendo eu somente um grãozinho de areia perdido no universo. Mas, depois que cresci, passou a ter outra conotação. Ele era o ponto final das farras do nosso grupo de adolescentes e intelectuais que rodavam todos os bares da cidade, indo desaguar urinas, versos e orgasmos pelas madrugadas, na escuridão da Praia de Tambaú.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eQuando não existiam ali hotéis e pousadas, Tambaú era uma praia selvagem onde conviviam, pacificamente, os pescadores com suas redes de pescar, seus barcos a vela precários, e uma elite privilegiada que vivia trancafiada nas mansões. Durante a noite, vinha a solidão. Nesse tempo, Tambaú não tinha turistas ou edifícios nas proximidades, e muito menos hotéis de cinco estrelas, e seu único restaurante conhecido era o Elite Bar. Durante o dia, as pessoas pobres se misturavam com as ricas, sem problemas, pisando o chão de terra batida ou nos banhos de mar. À noite, somente os pescadores, em sua labuta incansável, tomavam conta da areia, à beira-mar, contando estórias sem fim. Era com estes que a gente se misturava, ouvindo canções de marinheiros e dividindo garrafas de cachaça e litros de rum Montilla, misturados com Coca-Cola, que nos levavam à embriaguês e à suprema felicidade.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNesse cenário luxuriante, sobravam poemas, músicas inesquecíveis em serenatas em homenagem ao nada, e muita trepidação dos atos sexuais proibidos, desafiando a moral, os bons costumes, e a perseguição oficial. Dormíamos na areia o sono dos humildes, sob a guarda discreta dos velhos pescadores, despertando pela manhã com o sol explodindo na cabeça, cansados e felizes, sem compromisso, e irremediavelmente apaixonados.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eA embriaguês de nossa juventude invadia a cidade, e as sessões de luar na Praia de Tambaú repercutiam durante a semana toda, enquanto nossa turma se trancava em quartos pequenos e apertados para exercer a sublime vocação de poetas e donos do mundo. Resultavam disso gavetas e mais gavetas apinhadas de originais, as palavras cambaleando, ainda impuras e desorganizadas, e nenhuma obra publicada. Formávamos, assim, um pequeno batalhão de autores desconhecidos, todos inéditos, ingênuos sonhadores, querendo mudar o mundo sem saber como, famintos de amor, e incapazes de administrar o caos. Eu era a única representante feminina do grupo, musa inspiradora e símbolo sexual de todos aqueles rapazes. Feito a Maria Bonita do bando de Lampião.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eComo coroação de nossa sede de viver, redigimos e assinamos o \"Manifesto da Dissipação\", elegendo Antonioni como o maior cineasta do mundo, por seu filme \"A doce vida\", e propondo a todos os que nos lessem e nos ouvissem a subversão da moral, uma vez que a subversão política estava banida do País por decretos governamentais.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eQuando as noites de Tambaú eram apenas lembrança, e a solidão já pesava, depois que a vida nos separou, uns cassados, outros caçados e presos nos porões da Ditadura Militar, eu restei sozinha diante dos impasses. Não tinha mais noites enluaradas, serenatas, poemas na madrugada ou felicidade. Eu estava no centro da cidade, nauseada, me sentindo mal, e achei que ia morrer.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNão sei por que, ao invés de procurar ajuda médica imediata, tomei um ônibus na direção da Praia de Tambaú e lá sentei-me num banquinho rústico de frente para o mar, onde iniciei um longo e solene discurso de despedida. Era de novo criança, indefesa diante do inexorável. Rezei, naquele momento, uma oração inesquecível, lembrando minha trajetória até ali, cheia de percalços e sacrifícios, sonhos e frustrações, falando sobre a tragédia do mundo, que era também a minha, no meu desespero e na minha vida que perdera o sentido.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eÀ medida que o discurso avançava em pensamento, de olhos fixos na imensidão do mar e na linha do horizonte, que ia ficando cada vez mais distante, mais me abatia o patético da minha condição. Encontrei ali algumas pessoas conhecidas, que falavam comigo e eu não podia entender o que diziam.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eQue idioma usavam para se comunicar? Seria Grego? Inglês Arcaico? Ou Latim... Por que eram apenas duas horas da tarde e o mundo estava escurecendo, como se a noite chegasse?\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eTanto já estava escurecendo que se apagou de vez e eu não vi mais nada. Quando me acordei, saindo do prolongado estado de coma, estava na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital, vítima da desidratação, da tristeza e da saudade... Por falar nisso, eu nunca mais vi o mar.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eA última notícia que me chegou dele é que as águas poluídas da Praia de Tambaú estão impróprias para o banho, segundo boletim divulgado pela Sudema.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-style: italic; font-weight: bold;\"\u003eMaria José Limeira\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-style: italic;\"\u003e(Do livro \"Memórias\", Volume I) \u003c/span\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3702652932751415412-396766846770044483?l\u003dculturanordestina.blogspot.com' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/396766846770044483/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/12/o-mar-o-mar-o-mar.html#comment-form","title":"2 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/396766846770044483"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/396766846770044483"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/12/o-mar-o-mar-o-mar.html","title":"O Mar... O Mar... O Mar"}],"author":[{"name":{"$t":"Ígor"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/02831125479690363052"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"13057027915056099094"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http://1.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SxUs_kq7KPI/AAAAAAAAOA8/c35HAPHbGOA/s72-c/tambau.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"2"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412.post-6678439990479053948"},"published":{"$t":"2009-11-17T09:53:00.008-03:00"},"updated":{"$t":"2009-11-17T11:06:57.218-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Colunistas"}],"title":{"type":"text","$t":"A infeliz cultura da caça as baleias no Japão"},"content":{"type":"html","$t":"\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SwKoQd4KDwI/AAAAAAAAN-U/UgkZ7MlUjvM/s1600/eduardo%26matheus.JPG\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;\" src\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SwKoQd4KDwI/AAAAAAAAN-U/UgkZ7MlUjvM/s320/eduardo%26matheus.JPG\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5405067503649558274\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003e\u003cspan style\u003d\"font-style: italic;\"\u003ePor Cristina Möller\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eÉ com muita tristeza que venho dividir com vocês a realidade da caça as baleias. Como foi mostrado no Fantástico há algumas semanas, existe um abate brutal de golfinhos na cidade portuária de \u003ca href\u003d\"http://maps.google.com.br/maps?f\u003dq\u0026amp;source\u003ds_q\u0026amp;hl\u003dpt-BR\u0026amp;q\u003dJap%C3%A3o%E5%92%8C%E6%AD%8C%E5%B1%B1%E7%9C%8C%E6%9D%B1%E7%89%9F%E5%A9%81%E9%83%A1%E5%A4%AA%E5%9C%B0%E7%94%BA\u0026amp;sll\u003d-7.11532,-34.861051\u0026amp;sspn\u003d0.298434,0.676346\u0026amp;ie\u003dUTF8\u0026amp;cd\u003d1\u0026amp;geocode\u003dFcGVAAIdvlIaCA\u0026amp;split\u003d0\u0026amp;hq\u003d\u0026amp;hnear\u003d%E6%97%A5%E6%9C%AC%E5%92%8C%E6%AD%8C%E5%B1%B1%E7%9C%8C%E6%9D%B1%E7%89%9F%E5%A9%81%E9%83%A1%E5%A4%AA%E5%9C%B0%E7%94%BA\u0026amp;t\u003dh\u0026amp;z\u003d13\"\u003eTaiji\u003c/a\u003e. Moro em \u003ca href\u003d\"http://maps.google.com.br/maps?f\u003dq\u0026amp;source\u003ds_q\u0026amp;hl\u003dpt-BR\u0026amp;geocode\u003d\u0026amp;q\u003dYokohama\u0026amp;sll\u003d33.591028,135.942764\u0026amp;sspn\u003d0.062632,0.169086\u0026amp;ie\u003dUTF8\u0026amp;hq\u003d\u0026amp;hnear\u003d%E6%97%A5%E6%9C%AC%E7%A5%9E%E5%A5%88%E5%B7%9D%E7%9C%8C%E6%A8%AA%E6%B5%9C%E5%B8%82\u0026amp;t\u003dh\u0026amp;z\u003d10\"\u003eYokohama\u003c/a\u003e, a quase 500km de distância e mesmo aqui podemos encontrar carne de baleia a venda em todos os supermercados do nosso bairro. Na embalagem está escrito carne de baleia, mas pode ser perfeitamente carne de golfinho.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eFelizmente não vi nenhuma pessoa comprando, mas caso visse, minha vontade seria questionar tamanha crueldade em adquirir tal alimento. Para os japoneses mais velhos, comer carne de baleia segue uma tradição. Faz parte da cultura nipônica. O que mais revolta é forma cínica que os órgãos japoneses alegam para a captura: fins científicos!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://3.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SwKoQmMQ7iI/AAAAAAAAN-c/4R2qiJvB9E8/s1600/carne.JPG\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;\" src\u003d\"http://3.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SwKoQmMQ7iI/AAAAAAAAN-c/4R2qiJvB9E8/s320/carne.JPG\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5405067505881378338\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003eComo pode nos dias de hoje, não existir uma força maior para barrar estas ordens de matança? Sei que o Greenpeace faz sua parte mas ainda é preciso muito mais. A venda não é camuflada nem restrita. Está destinada a todos. Ainda fazem o desenho da calda da baleia na embalagem para enfatizar o produto. 100g de carne custa aproximadamente R$ 6,50.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eSei que o assunto é outro, mas o que une é a tal da cultura. Foi descoberto e fechado um abatedouro em São Paulo. Mas a causa maior, não eram as precárias condições de higiene e sim o tipo de carne. Cães e gatos eram mortos a pauladas, abatidos e vendidos a restaurantes coreanos. A carne era servida tranquilamente como prato principal. (\u003ca href\u003d\"http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1376382-5605,00-RESTAURANTES+DO+BOM+RETIRO+COMPRAVAM+CARNE+DE+ABATEDOURO+DE+CAES+DIZ+POLICI.html\"\u003eVeja matéria\u003c/a\u003e)\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eFica aqui minha pergunta: Será que tudo o que se move deve ir para o prato dos asiáticos?\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-style: italic;\"\u003eCristina Möller é brasileira, mora em Yokohama-Japão a mais de 10 anos e está sempre nos enviando ótimos artigos sobre a cultura daquela região. Na primeira imagem, Eduardo Möller, seu esposo e o pequeno Matheus Möller, o filhão do casal indignados com a venda da carne de baleia.\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-weight: bold;\"\u003eVeja outros de seus artigos:\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2007/06/viagem-cebu-filipinas.html\"\u003eViagem a Cebu, Filipinas\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/10/posso-tirar-o-dia-livre-hoje.html\"\u003ePosso tirar o dia livre hoje?\u003c/a\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3702652932751415412-6678439990479053948?l\u003dculturanordestina.blogspot.com' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/6678439990479053948/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/11/infeliz-cultura-da-caca-as-baleias-no.html#comment-form","title":"1 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/6678439990479053948"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/6678439990479053948"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/11/infeliz-cultura-da-caca-as-baleias-no.html","title":"A infeliz cultura da caça as baleias no Japão"}],"author":[{"name":{"$t":"Ígor"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/02831125479690363052"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"13057027915056099094"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SwKoQd4KDwI/AAAAAAAAN-U/UgkZ7MlUjvM/s72-c/eduardo%26matheus.JPG","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"1"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412.post-8460956102292340428"},"published":{"$t":"2009-07-19T08:11:00.003-03:00"},"updated":{"$t":"2009-07-19T08:25:35.813-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Colunistas"}],"title":{"type":"text","$t":"Chico Pedrosa: “Um vendedor de sonhos”"},"content":{"type":"html","$t":"\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SmMCOqj4ZdI/AAAAAAAANOg/wmD_avM7VYI/s1600-h/Chico+Pedrosa.jpg\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 432px; height: 213px;\" src\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SmMCOqj4ZdI/AAAAAAAANOg/wmD_avM7VYI/s400/Chico+Pedrosa.jpg\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5360130432467232210\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003eCrato. “Um vendedor de sonhos”. É assim que o poeta e Mestre da Cultura da Paraíba, Chico Pedrosa, se define. Apontado pela crítica como um dos dez maiores poetas populares do Brasil, no meio de uma constelação poética, que inclui Patativa do Assaré, Zé da Luz, Catulo da Paixão Cearense, Zé Praxedes e Zé Laurentino, Chico Pedrosa justifica que não tem nada a ver com o livro “O Vendedor de Sonhos”, do autor Augusto Cury. A auto-definição está relacionada com a sua vida de viajante por este Brasil afora e pelos sonhos e emoções que vende por meio das suas poesias.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eDurante 36 anos, Chico Pedrosa foi vendedor de auto-peças. Andou o Nordeste inteiro com uma pasta e uma lista de preços. Enquanto abastecia o mercado com peças de automóveis, enchia de sonhos, utopias e ilusões os amantes da poesia. Foi inspirado em sua própria profissão, na luta pela sobrevivência, que ele fez o poema “O Vendedor de Berimbau”, que retrata o relacionamento, nem sempre amistoso, entre os vendedores e os clientes.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e“Foi uma forma de protestar contra os ‘chás de cadeira’ que eu levei nas ante-salas das gerências dos estabelecimentos comerciais”, afirma. Quando se aposentou, na década de 1980, o poeta tomou o caminho de volta às origens. Dedicou-se exclusivamente à poesia. Continuou viajando, agora vendendo sonhos, como um dom Quixote do sertão, cavaleiro andante que vivia num mundo de sonhos e resolveu caminhar pela Espanha à procura de muitas aventuras.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eO poeta caminha pelo Nordeste levando nos seus alforjes os 36 anos de experiência como vendedor e, principalmente, um amor telúrico ao sertão. Nos últimos anos, tem participado de diversos shows, apresentando sua poesia ao público nacional, em especial nas grandes capitais: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Recife (PE). O seu poema mais conhecido é “Briga na Procissão”, também chamado “Jesus na cadeia”. Emotivo, como todo bom poeta, ele chora ao recitar algumas de suas poesias. De fato, não esconde a emoção das suas obras.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eRecentemente, o poeta esteve no Cariri, nos braços do Programa BNB de Cultura, uma linha de patrocínio direto do Banco do Nordeste para apoio à produção e difusão da cultura nordestina. “Aqui, eu estou em casa, ou melhor, na casa de Patativa, que foi meu grande amigo, com quem dividi palcos, shows e mesas de bebidas”, lembra o poeta. Na entrevista, que concedeu à Rádio Educadora, o poeta paraibano emocionou o Cariri de Patativa com suas poesias.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-weight: bold;\"\u003eBiografia\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNascido em 1936, poeta popular e declamador, Chico Pedrosa tem três livros publicados: “Pilão de Pedra I”, “Pilão de pedra II” e “Raízes da Terra”, além de vários cordéis escritos. Tem poemas e músicas gravadas por cantores e cantadores como Téo Azevedo, Moacir Laurentino, Sebastião da Silva, Geraldo do Norte, Lirinha, dentre outros.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eLançou três CDs, intitulados “Sertão Caboclo”, “Paisagem Sertaneja” e “No meu sertão é assim”, registrando assim a sua poesia oral. Atualmente, ele é cultuado pela geração nova, como o pessoal do “Cordel do Fogo Encantado”, que em seus shows declamam poemas desse “poeta matuto”.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eFIQUE POR DENTRO\u003cbr /\u003eA briga na procissão, por Chico Pedrosa\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eQuando Palmeira das Antas pertencia ao Capitão Justino Bento da Cruz nunca faltou diversão: vaquejada, cantoria, procissão e romaria sexta-feira da paixão.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNa quinta-feira maior, Dona Maria das Dores no salão paroquial reunia os moradores e depois de uma preleção ao lado do Capitão escalava a seleção de atrizes e atores.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eO papel de cada um o Capitão escolhia a roupa e a maquilagem eram com Dona Maria e o resto era discutido, aprovado e resolvido na sala da sacristia.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eTodo ano era um Jesus, um Caifaz e um Pilatos só não mudavam a cruz, o verdugo e os maus-tratos, o Cristo daquele ano foi o Quincas Beija-Flor, Caifaz foi o Cipriano, e Pilatos foi Nicanor. Duas cordas paralelas separavam a multidão pra que pudesse entre elas caminhar a procissão.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eCristo conduzindo a cruz foi não foi advertia o centurião perverso que com força lhe batia era pra bater maneiro mas ele não entendia devido um grande pifão que bebeu naquele dia do vinho que o capelão guardava na sacristia. Cristo dizia: ´Ôh, rapaz, vê se bate devagar já tô todo encalombado, assim não vou agüentar tá com a gota pra doer, ou tu pára de bater ou a gente vai brigar.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eANTÔNIO VICELMO\u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://diariodonordeste.globo.com/\"\u003eDiário do Nordeste\u003c/a\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3702652932751415412-8460956102292340428?l\u003dculturanordestina.blogspot.com' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/8460956102292340428/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/07/chico-pedrosa-um-vendedor-de-sonhos.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/8460956102292340428"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/8460956102292340428"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/07/chico-pedrosa-um-vendedor-de-sonhos.html","title":"Chico Pedrosa: “Um vendedor de sonhos”"}],"author":[{"name":{"$t":"Ígor"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/02831125479690363052"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"13057027915056099094"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/SmMCOqj4ZdI/AAAAAAAANOg/wmD_avM7VYI/s72-c/Chico+Pedrosa.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412.post-21131973393149374"},"published":{"$t":"2009-07-03T09:27:00.004-03:00"},"updated":{"$t":"2009-07-03T09:37:04.934-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Colunistas"}],"title":{"type":"text","$t":"Quem tem medo do pé-de-serra?"},"content":{"type":"html","$t":"\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/Sk35l8451-I/AAAAAAAAM9A/lk3FW3Kch0k/s1600-h/peserra.jpg\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 468px; height: 225px;\" src\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/Sk35l8451-I/AAAAAAAAM9A/lk3FW3Kch0k/s400/peserra.jpg\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5354209962408663010\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003ePor: \u003ca href\u003d\"http://www.tribunadocariri.com/index.php?sec\u003dcoluna\u0026amp;cod\u003d2\"\u003eSevy Falcão\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eO forró pé-de-serra está ganhando força a exemplo de Caruaru, em Pernambuco e Bananeiras, na Paraíba, que fizeram questão em preservar a cultura junina através de decreto municipal. Parece que houve um desagrado geral de todas as bandas do forró eletrônico, que têm medo de perder um mercado idiotizado, por conta das nossas mais fieis tradições forrozeiras. Eu acredito que as excrescências musicais da qualidade da banda vizzu, da rumaníaco e de outras mediocridades, estão receosas com o possível fortalecimento do forró autêntico. O fato é fácil de identificar e de explicar, porque para tocar esse teclado de som virtual não é necessário ser músico, basta saber manusear um computador e aí ele faz tudo sozinho. é apenas um CD com o arquivo para tocar a porcaria dessa cultura enjaulada, de vida restrita e que já poderia ter morrido há muito tempo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eEntretanto, para tocar forró pé-de-serra é necessário ser músico, sanfoneiro acústico dos bons e ter talento, que não é privilégio para todo bicho de orelha. Com o fortalecimento do forró pé-de-serra, todas essas bandas ficarão inativas e, portanto, aqueles que pensam ou vivem a ilusão que são músicos, desempregados, porque não têm capacidade e nem o dom divino dos instrumentistas da maior de todas as artes. Na arte musical, não tem espaço para Calcinha Preta, Suvaco de Menina, Arrocha meu boi, Moléstia do Pau, Vaco-vaco, Pancada Federal, Calcinha Derrapada, Banda Katrina, Rita de Cássia, sem Cássia e por aí vai...\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNo Brasil, as comemorações juninas desembarcaram com os colonizadores portugueses que além do São João trouxeram mais dois santos para formar o trio: Santo Antonio e São Pedro, cujos dias são comemorados respectivamente em 13, 24 e 28 de junho. O lançamento de balões e o acendimento de fogueiras estão cada vez mais raros e têm sido combatidos por questões de segurança e da preservação do meio ambiente. Entretanto, com relação à música que faz os festejos juninos, esta não deveria ser maculada e jamais substituída por essa descarga de megatones de decibéis que agridem até os surdos-mudos.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eÉ coisa rara ou quase impossível um homem público defender o lado sadio da cultura. A grande maioria dos gestores públicos não tem interesse em saber os seus concidadãos bem informados. Quanto mais desinformados melhor. Todos ou quase todos vivem com a finalidade precípua de sobrepor a mediocridade à genialidade. Todos pregam a lei da preponderância do menos capaz sobre o mais capaz. Para esse trabalho de lavagem mental todos contam com a colaboração quase total de uma mídia que se presta a interesses subliminares e está impermeável aos fluidos da sensatez.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eTodavia, essa mesma mídia que contribui para esse estado de desagregação cultural, tem o desplante de cobrar segurança por conta da violência que grassa. é aí onde entra a falta de coerência de vários segmentos midiáticos, porque todos sabem que a música de má qualidade faz aumentar o consumo das drogas que geram a violência. Nada para esses desinformadores de opinião é mais importante do que viver atrelado a quem paga para divulgar o que há de pior. Assim como o traficante que nunca pensa que o próximo drogado poderá ser o seu próprio filho, o responsável pelo canal da informação não se conscientiza do mal que está causando. Mesmo doendo na própria carne, a consciência de quem estimula a anticultura, está há mil anos luz de distância do reconhecimento de uma prática que nunca será salutar para a cabeça da nossa juventude.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eFonte: \u003ca href\u003d\"http://www.tribunadocariri.com/\"\u003eTribuna do Cariri\u003c/a\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3702652932751415412-21131973393149374?l\u003dculturanordestina.blogspot.com' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/21131973393149374/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/07/quem-tem-medo-do-pe-de-serra.html#comment-form","title":"3 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/21131973393149374"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/21131973393149374"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/07/quem-tem-medo-do-pe-de-serra.html","title":"Quem tem medo do pé-de-serra?"}],"author":[{"name":{"$t":"Ígor"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/02831125479690363052"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"13057027915056099094"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"http://4.bp.blogspot.com/_g6AQC0Yocv4/Sk35l8451-I/AAAAAAAAM9A/lk3FW3Kch0k/s72-c/peserra.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"3"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-3702652932751415412.post-3493712602007805549"},"published":{"$t":"2009-01-08T23:01:00.001-03:00"},"updated":{"$t":"2009-01-09T20:57:52.996-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Colunistas"}],"title":{"type":"text","$t":"Bonecas de pano"},"content":{"type":"html","$t":"\u003ca onblur\u003d\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_6J7XQv2-Hrw/SWZuMmNNxRI/AAAAAAAABaM/7iNm0bsNgOY/s1600-h/boneca.jpg\"\u003e\u003cimg style\u003d\"margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 451px; height: 254px;\" src\u003d\"http://4.bp.blogspot.com/_6J7XQv2-Hrw/SWZuMmNNxRI/AAAAAAAABaM/7iNm0bsNgOY/s400/boneca.jpg\" alt\u003d\"\" id\u003d\"BLOGGER_PHOTO_ID_5289035975086687506\" border\u003d\"0\" /\u003e\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-style: italic;\"\u003ePor Dalinha Catunda\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan class\u003d\"Apple-style-span\" style\u003d\"font-weight: bold;\"\u003eMinhas bonecas de pano\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNascida e criada no interior fui uma menina feliz vivendo na simplicidade que envolve as pequenas cidades. Na memória preservo as inesquecíveis e marcantes lembranças.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNunca me rebelei contra os singelos \u003ca href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2007/12/brincadeiras-de-menino.html\"\u003ebrinquedos\u003c/a\u003e feitos artesanalmente com os quais eu brincava, até porque, não tinha como compará-los aos brinquedos mais sofisticados que só mais tarde cheguei a conhecer.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eÉramos uma família de oito irmãos. Cinco homens e três mulheres. Nossos brinquedos não eram comprados em lojas, e sim, no meio da feira. Quando muito, em alguma bodega, outros eram feitos em casa mesmo.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eOs brinquedos dos meninos eram: carrinhos feitos de madeira e lata de óleo. Ajudei muito meus irmãos a carregar os caminhões com caixas de fósforo. Cavalo de pau feito do talo de carnaúba, pião! Eu era fascinada por pião, até aprendi como soltar, mesmo sendo brincadeira de menino. Também gostava de soltar carrapeta, um brinquedinho improvisado que qualquer “menino do buchão” sabia fazer. E ainda me metia a soltar papagaio e nas peladas com bola de meia.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eNós meninas, tínhamos as panelinhas de barro, com elas brincávamos de fazer comidinhas, mas meu chamego maior era com as inesquecíveis bonecas de pano.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eAté hoje tenho uma verdadeira paixão pelas bonecas de pano. E não esqueço, na feira que acontecia aos sábados em Ipueiras, Dona Delfina, uma senhora que vendia verduras em grandes cuias, trazia sempre uma cuia especial, era uma imensa cuia lotada de bonequinhas de pano. As bonecas com suas roupas coloridas deixavam-me encantada.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eGuardo com muito carinho três bonecas, feitas pelas filhas de dona Delfina, que aprenderam o oficio com a mãe. Comigo elas estão a mais ou menos dez anos. Hoje resolvi tirá-las do armário, fotografá-las dividir com vocês o que para mim é relíquia.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eSaí do meu interior, porém, jamais permiti que me interior saísse de mim. Gosto de exercitar os antigos costumes e sempre serei mais rural do que urbana.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"font-weight: bold;font-family:verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVeja outros trabalhos de Dalinha:\u003c/span\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/12/lapinha.html\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003eA Lapinha\u003c/span\u003e\u003c/a\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/10/levando-fumo.html\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:verdana;\"\u003eLevando Fumo\u003c/span\u003e\u003c/a\u003e\u003ca style\u003d\"font-family: verdana;\" href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/10/mandacaru-sim-senhor.html\"\u003e\u003cbr /\u003eMandacaru, sim senhor!\u003c/a\u003e \u003ca style\u003d\"font-family: verdana;\" href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/09/magia-das-chuvas_28.html\"\u003e\u003cbr /\u003eA Magia das Chuvas\u003c/a\u003e \u003ca style\u003d\"font-family: verdana;\" href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/09/serto-mulher.html\"\u003e\u003cbr /\u003eSer/tão Mulher\u003c/a\u003e \u003ca style\u003d\"font-family: verdana;\" href\u003d\"http://culturanordestina.blogspot.com/2008/09/migrante.html\"\u003e\u003cbr /\u003eMigrante \u003c/a\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3702652932751415412-3493712602007805549?l\u003dculturanordestina.blogspot.com' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/feeds/3493712602007805549/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/01/bonecas-de-pano.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/3493712602007805549"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/3702652932751415412/posts/default/3493712602007805549"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://culturanordestina.blogspot.com/2009/01/bonecas-de-pano.html","title":"Bonecas de pano"}],"author":[{"name":{"$t":"Marcos França"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/01826297843419362516"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"17459697280758559408"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}}]}});